Spam e malware dominam comentários online

Uns significativos 95 por cento de todos os “comentários gerados por utilizadores ” em blogues, salas de chat e fóruns online incluem spam ou software malicioso, de acordo com um relatório recente da Websense sobre as tendências das ameaças à segurança.”Esta é a primeira vez que monitorizamos estes pontos de encontro online”, conta Patrick Runald, director sénior da Websense, mostrando-se surpreendido com o nível de spam e estratagemas de malware detectados pela empresa em blogues e salas de chat.

O relatório da Websense Security Labs, intitulado “O Estado da Segurança da Internet Q1 – Q2 2009″, que cobre os meses compreendidos entre Janeiro e Junho deste ano, também revela que o número de websites maliciosos triplicou neste período e que 77 por cento dos websites contendo código malicioso eram sites legítimos infectados com malware ou atacados por hackers.

“Os criminosos estão a descobrir novas formas de disseminar o seu malware e as coisas estão a piorar”, constata Patrick Runald.

De acordo com o relatório da Websense Security Labs, baseado em dados recolhidos a partir da análise a 40 milhões de websites por hora, 61 por cento dos 100 principais sites alojam conteúdo malicioso ou redireccionam sub-repticiamente os utilizadores incautos para outros sites maliciosos.

Facebook e YouTube: ímanes do malware

Mais de 47% do Top 100 dos websites, particularmente os de redes sociais, como o Facebook ou o YouTube, suportam conteúdos gerados pelo utilizador, o que, segundo o relatório, está a tornar-se numa das principais formas de disseminar malware e cometer fraudes.

“No Facebook e noutros sites de redes sociais existe um sentido de confiança implícito”, conta Runald, acrescentando que é isso que “os criminosos estão a tentar explorar, recorrendo a malware como o Koobface, capaz de sequestrar as máquinas dos utilizadores e enviar mensagens de spam”.

Na área do cibercrime, um dos principais ataques detectados envolveu a tomada de controlo por parte dos criminosos do website CheckFree e a tentativa de redireccionar os utilizadores para um site alojado na Ucrânia, que depois tenta instalar malware nos computadores das vítimas. O relatório diz que o CheckFree tem mais de 24 milhões de clientes e controla 70 a 80 por cento do mercado do pagamento de contas online.

Fonte: Computerworld Portugal

Investigadores descobrem forma de atacar sistemas cloud

A Amazon e a Microsoft têm vindo a promover os serviços de cloud-computing como uma forma de as empresas fazerem o outsourcing a custos reduzidos de todos os seus recursos computacionais, mas os produtos promovidos poderão introduzir novos problemas de segurança que ainda estão totalmente por explorar, de acordo com investigadores da Universidade da Califórnia e do Instituto de Tecnologia do Massachusetts.

Os serviços cloud podem, de facto, poupar dinheiro às empresas ao permitir-lhes executar novas aplicações sem ter que comprar novo hardware. Serviços como o Elastic Computer Cloud (EC2) da Amazon alojam variados ambientes operativos em máquinas virtuais que correm num só computador. Isto permite à Amazon tornar cada um dos servidores da sua rede muito mais poderoso, mas não sem consequências, na opinião dos investigadores, da Universidade da Califórnia e do Instituto de Tecnologia do Massachusetts.

Durante as experiências que fizeram com o EC2 da Amazon, os investigadores mostraram ser capazes de realizar algumas versões básicas daquilo a que chamam ataques “side-channel”. Um indivíduo que cometa um ataque “side-channel” procura por informações indirectamente relacionadas com o computador – as emanações electromagnéticas dos ecrãs e teclados, por exemplo – para determinar o que está a acontecer na máquina.
Os investigadores foram capazes de identificar o servidor físico usado pelos programas que correm na nuvem do EC2 e, então, extrair pequenas quantidades de dados desses programas, colocando ali o seu próprio software e lançando um ataque “side-channel”. Peritos em segurança dizem que os ataques desenvolvidos pelos investigadores são de pouca importância, mas acreditam que as técnicas de “side-channel” podem conduzir a problemas mais sérios no campo da segurança do cloud computing.

Muitos utilizadores estão já relutantes em usar serviços cloud devido às preocupações regulatórias, mas esta nova investigação baseada em ataques “side-channel” traz consigo um conjunto ainda maior de novas preocupações, como comenta Tadayoshi Kohno, professor assistente do departamento de ciências computacionais da Universidade de Washington. “É precisamente este tipo de preocupações – a ameaça do desconhecido – que fará com que muita gente se sinta hesitante na utilização de serviços de cloud computing, como o EC2″, refere o docente.

No passado, alguns ataques “side-channel” conseguiram ser extremamente bem sucedidos. Em 2001, investigadores da Universidade da Califórnia, mostraram como foram capazes de extrair informações de passwords de um data stream SSH (Secure Shell) encriptado, realizando uma análise estatística à teclas pressionadas e à forma como essa acção interferiu no tráfego gerado na rede.

Os investigadores da UC e do MIT não fizeram nada tão sofisticado, mas acreditam que o seu trabalho poderá abrir a porta para a futura investigação nesta área. “Uma máquina virtual não é à prova de todos os tipos de ataques ‘side-channel’ como temos ouvido dizer nos últimos anos”, afirma Stefan Savage, professor associado na UC, e um dos autores do relatório.
Ao analisar a memória cache do computador, os investigadores foram capazes de recolher algumas informações básicas sobre o momento em que outros utilizadores utilizaram o teclado nessa mesma máquina, para, por exemplo, aceder ao computador através de um terminal SSH. Eles acreditam que, medindo o tempo entre teclas pressionadas, podem descobrir o que está a ser digitado na máquina, usando as mesmas técnicas dos investigadores de Berkeley.

Savage e os seus co-autores Thomas Ristenpart, Eran Tromer e Hovav Shacham foram, ainda, capazes de medir a actividade da cache quando o computador realizava tarefas simples, como carregar uma determinada página Web. Eles acreditam que este método pode ser usado para determinar, por exemplo, quantos utilizadores visitaram determinado servidor ou até mesmo quais as páginas Web visitadas.

Para fazer com que os seus simples ataques funcionassem, os investigadores tiveram apenas que descobrir qual das máquinas EC2 corria o programa que queriam atacar, e introduzir nela o seu próprio programa. Não é, no entanto, uma tarefa fácil, uma vez que o cloud computing é, por definição, suposto tornar este tipo de informação invisível para o utilizador.

Mas ao fazer uma análise profunda ao tráfego do DNS (Domain Name System) e ao utilizar uma ferramenta de monitorização de rede chamada ‘traceroute’, os investigadores foram capazes de desenvolver uma técnica que lhes dá 40 por cento de hipóteses de plantar o seu código de ataque no mesmo servidor da sua vítima. De acordo com Savage, os custos do ataque ao EC2 foram de apenas alguns dólares.

As máquinas virtuais podem fazer um bom trabalho ao isolar os sistemas operativos dos programas, mas há sempre forma de estes ataques “side-channel” entrarem em sistemas que partilham recursos, sustenta Alex Stamos, da empresa de consultoria em segurança iSEC Partners. “Vai surgir toda uma nova classe de bugs que necessitam de ser corrigidos ao longo dos próximos cinco anos”, vaticina.

A companhia deste consultor tem vindo a trabalhar com um conjunto de clientes interessado em cloud computing, mas tenta sempre certificar-se que ninguém está a partilhar a mesma máquina. “Creio que os fornecedores de cloud-computing vão ser pressionados pelos seus clientes no sentido de lhes disponibilizarem máquinas físicas”, considera.

Fonte: Computerwolrd Portugal

Brasil é o 2º maior gerador de spams

O Brasil está na segunda posição da lista mundial de países que geraram mais spam ou mensagens não desejadas durante o mês de agosto, com índice registrado de 12% nessas iniciativas. Essa é uma das conclusões do Relatório da Symantec sobre Spam publicado em setembro.

Segundo o levantamento, o spam representou mais de 87% de todo o correio eletrônico em nível mundial. Além do Brasil, Colômbia e Argentina, ambos com 2%, ficaram entre os dez primeiros lugares do ranking.

Entre as tendências identificadas pela Symantec durante o período está o fato de que as pequenas empresas, também afetadas pela crise econômica, experimentaram uma diminuição de gastos por parte dos consumidores e, em consequência, aumentaram a quantidade de promoções, especialmente durante as férias de inverno, festividades e mudanças de temporada, situação que foi aproveitada pelos spammers.

Além disso, os spammers estão encontrando novas maneiras de evitar os filtros. Uma delas é uma técnica conhecida como spoofing, que cria uma URL muito similar ao de uma marca ou empresa para que os usuários entrem no site e forneçam seus dados pessoais.

Outra forma dos spammers evitarem os filtros de spam é a utilização de palavras e expressos comuns, como saudações (“Olá” e “Como vai”) e notificações de erros (como “Mensagem Devolvida” e “Erro”).

Fonte: Risk Report

Crescem ataques em sites de Web 2.0

Os sites de Web 2.0, que permitem conteúdos gerados por usuários, estão no topo da lista de ataques dos cybercriminosos e spammers. Essa é uma das conclusões do relatório semestral Websense Security Labs, State of Internet Security, produzido pela Websense.

A pesquisa identificou que 95% dos comentários gerados por usuários em blogs, salas de bate-papo e mensagens contém spams maliciosos.

Outra constatação é o fato de que os esforços realizados para a autoproteção das propriedades de Web 2.0 são ineficazes. A Websense revelou que ferramentas de segurança utilizadas em sites como YouTube e Blogspot tem 65% a 75% de ineficiência na proteção do usuário contra riscos de segurança e conteúdos suspeitos.

A rede Websense Security Labs também detectou um crescimento de 233% na quantidade de sites maliciosos no último semestre e de 671% no número de sites maliciosos durante o ano passado.

No primeiro semestre de 2009, 77% dos sites que contém códigos maliciosos são legítimos. Esse aumento da porcentagem deve-se, em grande parte, aos ataques do Gumblar, Beladen e Nine Ball por meio de campanhas de spams em massa.

O estudo revelou ainda que 69% de todas as páginas da Web que possuem conteúdos classificados como suspeitos (sexo, conteúdos adultos, jogos, remédios) apresentaram pelo menos um link malicioso.

A ampliação do interesse dos invasores por informações essenciais e dados também foi destacada pela pesquisa. Os resultados mostraram que 37% dos ataques maliciosos à Web estão relacionados ao roubo de senhas.

Ao mesmo tempo, a internet continua a ser o vetor mais popular para os roubos de senha. No primeiro semestre deste ano, 57% dessas ocorrências foram realizadas através da Web.

Fonte: Risk Report

Novo ataque de phishing utiliza funções de chat

Numa altura em que a generalidade da banca online já está preparada para resistir a ataques de phishing, os criminosos começaram a adicionar janelas de chat aos seus sites para os tornar mais reais. A RSA Security detectouo primeiro destes ataques “chat-in-the-middle”, segundo conta Sean Brady, responsável da companhia de segurança e protecção de identidades.Neste caso específico, os phishers enviaram e-mails que direccionaram as vítimas para uma página Web falsa, concebida de forma a ser igual à página do banco online. Trata-se de uma técnica standard, mas que agora é diferente porque o site de phishing tinha uma opção de chat online, que permitiu aos criminosos interagir directamente com as suas vítimas.

Depois de terem conseguido capturar as credenciais da vítima, os cibercriminosos fizeram aparecer uma janela de chat feita de maneira a parecer uma sessão autêntica iniciada pelo departamento de fraude do banco. De seguida, e via chat, os criminosos solicitaram às vítimas ainda mais informações, nomeadamente o nome, o seu número de telefone e o seu endereço de email.

Os phishers utilizaram o software de chat open-source Jabber para desencadear este ataque, segundo Brady, e tiveram por alvo um banco norte-americano, cujo nome a companhia de segurança não quis fornecer. No entanto, avisa para a possibilidade de estes ataques se virem a generalizar.

“Se o autor deste ataque tiver sucesso, prevejo que das duas uma: ou continuará a fazê-lo junto de outras instituições ou irão surgir imitadores “, avisa Sean Brady.

Fonte: Computerworld Portugal

Antivírus baseados em reputação são mais eficientes

Os novos sistemas anti-vírus baseados na reputação estão a conseguir melhores resultados no bloqueio de software malicioso do que os seus predecessores, baseados em assinaturas. A conclusão é da companhia de testes e certificação NSS Labs, que realizou uma análise à eficiência do software antivírus no bloqueio de ataques baseados em Web.

A NSS Labs pôs à prova nove produtos antivírus, instalando o software num PC que, depois, direccionou para uma bateria de mais de três mil websites que descarregam software malicioso nos computadores dos seus visitantes. Para dois produtos – da Trend Micro e da McAfee- os testes analisaram em que medida os denominados sistemas de detecção de malware baseados em reputação conseguem realmente bloquear malware. Estes sistemas caracterizam-se por utilizar uma diversidade de técnicas para avaliar um programa e determinar se é ou não de confiança.

Segundo Rick Moy, presidente da NSS, os produtos antivírus que incluem sistemas de reputação tendem a fazer um melhor trabalho. “Nem todos os antivírus são iguais, existem enormes diferenças entre uns e outros, e os sistemas de reputação têm uma eficácia considerável”.

Com o Trend Micro Internet Security e o McAfee Total Protection, a NSS tratou de verificar como funcionava cada um deles com a funcionalidade de detecção baseada em reputação activada e desactivada. O software da Trend Micro melhorava em 23 por cento com a opção activada, enquanto no caso da McAfee a melhoria foi de oito por cento.

Ambos os fabricantes se destacaram também entre as restantes marcas no que diz respeito à protecção dos utilizadores face a novas cadeias de malware, segundo a NSS.

Em termos gerais, o Trend Micro Internet Security foi o vencedor dos testes realizados, detectando 96,4 por cento de todo o malware. Na segunda posição ficou o Kaspersky Internet Security, que também utiliza um sistema de reputação, embora neste caso a NSS não tenha conseguido desactivar a funcionalidade para poder comparar o seu desempenho com e sem ela.
Estas técnicas de análise com base na reputação têm por objectivo melhorar o desempenho dos sistemas antivírus, comparativamente com o tradicional método de assinaturas. Com a detecção por assinaturas, os fabricantes de antivírus limitam-se a “tirar a impressão digital” ao código malicioso e, depois, a bloquear qualquer outro programa que tenha a mesma assinatura.

A detecção com base na reputação tornou-se numa nova e importante área de actuação para os fabricantes de antivírus, sobretudo numa altura em que os criminosos já se tornaram especialistas a criar malware capaz de contornar o sistema de assinaturas digitais. “Há muito malware que está a escapar ao alcance da indústria da segurança, porque consegue sofrer mutações a cada utilizador que afecte”, conta Carey Nachenberg, especialista da Symantec responsável pela criação do novo sistema de detecção baseado em reputação da companhia.
O sistema de reputação da Trend Micro funciona porque bloqueia URLs específicos, mas os sistemas de reputação podem utilizar uma variedade de factores para determinar se um programa deve ser ou não bloqueado. O sistema Symantec Reputation Based Security, usado pelo recém lançado Norton Internet Security 2010, usa algoritmos complexos para determinar a reputação de um programa. Refira-se, no entanto, que esta versão não estava ainda disponível na altura em que a NSS conduziu os seus testes.

Na sua essência, é algo muito parecido com o sistema de classificação de filmes da NetFlix, fazendo uma previsão com base num determinado número de factores, como: há quanto tempo existe o programa, qual a sua origem, quantas pessoas o utilizam, etc. “Todas estas informações podem ser correlacionadas e utilizadas para atribuir um nível de reputação a todos os programas de software que existem”, explica Carey Nachenberg.

Quatro “eleitos”

Os quatro produtos antivírus vencedores dos testes da NSS, com base na percentagem de malware bloqueado, foram:

- Trend Micro Internet Security 2009 (96,4%)

- Kaspersky Internet Security 2009 (87,8%)

- Norton Internet Security 2009 (81,8%)

- McAfee Total Protection Suite 2009 (81,6%)

Fonte: Computerworld Portugal

Morte de Patrick Swayze vira tema de malware

SÃO PAULO – A morte de Patrick Swayze acaba de virar isca para usuários da rede que buscam informações na internet sobre o ator.

Segundo a F-Secure, apenas algumas horas após a fatalidade, spams com links e mensagens automatizadas começaram a aparecer na caixa de e-mail de diversos navegantes, além de resultados bem posicionados no Google, gerados para disseminar rogueware.

Ao entrar em uma página contaminada, uma mensagem informando sobre a necessidade de um antivírus aparece. Se a suposta varredura for aceita, uma tela falsa aponta diversos vírus instalados na máquina. Um único clique na imagem é o suficiente para infectar o sistema.

A F-Secure avisa que é melhor evitar a navegação páginas suspeitas ou desconhecidas. Além disso, é uma boa prática manter antivírus e sistemas de segurança atualizados.

Fonte: Info Online

Microsoft acaba com AutoPlay no Windows

SÃO PAULO – Um novo update para versões antigas do Windows deve acabar com o recursos AutoPlay, extensamente utilizado por criminosos para a instalação de malware.

De acordo com o comunicado oficial da empresa, a atualização, destinada às versões XP, Server 2003 e Server 2008, só afeta dispositivos USB. O recurso continua ativo para CDs e DVDs.

Com a mudança, o usuário deve inserir o pen drive, abrir a pasta e executar o arquivo manualmente. Embora seja mais trabalhoso, o procedimento deve garantir mais segurança ao sistema.

Alguns dispositivos USB programados para agir como CDs. A alteração no sistema não deve afetá-los nesse momento, mas a Microsoft afirmou que logo terá uma solução para o problema.

Em abril, a empresa informou que o recurso seria desabilitado no Windows 7. A decisão foi tomada para evitar a infecção por malware, principalmente o Confiker, conhecido por utilizar o AutoPlay para se espalhar.

Fonte: Info Online

Empresa paga pela instalação de spyware

SÃO PAULO – A loja de departamento Sears foi acusada de incentivar a instalação de spyware nas máquinas de seus clientes em troca de US$ 10.

A companhia, determinada a descobrir mais sobre os hábitos de seus clientes, decidiu apresentar a proposta aos visitantes de seu site. Cada peça de software instalada receberia a compensação em dinheiro.

A partir desse ponto, todos os dados sobre a navegação do usuário eram captados e enviados para os servidores da Sears, incluindo os das chamadas sessões seguras, disponíveis na nova geração de navegadores.

Ao descobrir a tática, Comissão Federal de Comércio (FTC) dos EUA forçou a empresa a encerrar as atividades relacionadas à suposta captação de dados de seus clientes.

De acordo com o ars techinica, o conteúdo recebido pela empresa inclui desde compras feitas em outras lojas virtuais até mensagens de correio eletrônico feitas pela rede em webmails.

A Sears informou à FTC que todo o material arquivado será destruído e que o programa deixará de coletar dados dos clientes que instalaram o programa em troca dos US$ 10 oferecidos.

Fonte: Info Online

Servidores Linux também distribuem malware

SÃO PAULO – Uma nova rede de computadores zumbis está utilizando servidores Linux para espalhar malware e outras pragas virtuais na rede.

A descoberta, feita pelo especialista em segurança Denis Sinegubko, aponta que as máquinas invadidas rodam dois tipos de servidores. O primeiro é o Apache, que cuida dos serviços autênticos. O segundo, identificado como nginx seria o responsável pelos ataques.

Em seu blog, Sinegubko avisa que a rede de servidores zumbis atua em conjunto com diversos computadores pessoais, o que aumenta a capacidade de ataques de negação de serviço (DoS), distribuição de malware e envio de spam.

Mas o esquema tem uma falha. Diferentemente da maioria dos computadores zumbis, um servidor infectado tem um endereço IP fixo, o que facilita sua localização na rede. Quando encontrada, a máquina pode ser retirada da rede até que o problema seja resolvido.

“Se os hackers quiserem que o ataque continue por mais de uma semana, eles devem ter um portfólio de máquinas vulneráveis ou o conhecimento para invadir mais servidores Linux”, afirmou o especialista.

Fonte: Info Online